A gravidade existe para que possamos andar de bicicleta.
by Vivi
A gravidade existe para que possamos andar de bicicleta.
by Vivi
Depois de quase um semestre e meio de faculdade, consegui perceber:
Livros didáticos de Ensino Médio passam a fazer mais sentido quando se está no Superior…
Depois que mudei meu e-mail pa’ um login menor, de mais fácil memorização e relativamente comum e parecido com uma palavra “de verdade” e “que existe”, passei a receber muitos spans.
Alguns deles, tenho de admitir, foram até criativos… ofereceram-me coisas que pareciam plausíveis (como uma suposta premiação por um curso que eu realmente havia feito oO), outros, numa outra situação seriam (como a vez que mandaram um e-mail dizendo que “meu voo” havia sido cancelado oO²).
Entretanto, tenho mais de admitir que os que mais “gosto” (digo que “gosto”, pois tento levar isso na esportiva e o o fluxo de minha caixa de entrada não é lá muito alto) são os “das pessoas” a me convidar a participar de redes sociais. Estes às vezes conseguem ser hilários mesmo.
O último que recebi foi o da tal Gina:
Assunto: Gina invites you to view photos on MySpace
De: Gina at MySpace (noreply@message.myspace.com)hello … I’m gina a highschool student living in your neighbourhood can we talk on msn? ” ginamillers@hotmail.com ” is my email address. addme on your msnmessenger I finally got my cam workin
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Daí que tinha esta foto abaixo como sendo da tal Gina:

A "inocente Gina"
“Ah, tá!” que eu acredito que Gina é uma estudante do high school e que ainda mora em minha visinhança que é lusófona (por que haveria Gina de me mandar uma mensagem em inglês?) e o final é o pior: por que ela fala que sua câmera agora funciona e dá uma piscadela no fim?!?? Meeedo… Huahs.
Anyway, hilário…

Ganhei no Campo Minado
Hoje mais cedo (ou ontem, pela hora que ‘tou a escrever este post) li nalgum lugar sobre o Campo Minado e tentei jogar. Depois dalgumas tentativas, consegui ganhar! (tudo bem que no modo Iniciante, mas ganhei, é o que importa. Hauhsd)
Mulher é sempre mais gay que homem.
by Acre
Hoje, 66º da Discórdia de 3175 YOLD (a.k.a. 19 de maio de 2009), após muito tempo sem, tive uma discussão filosófica com alguém.
Não discutimos nada muito além do que se discute “normalmente” (como se fosse comum pensarem por aí). Falamos sobre consumo, sobre a não existéncia do dinheiro, falamos da megalomania dos humanos, do fato deles [soa muito estranho eu me referir a humanos em terceira pessoa?!?] não se considerarem animais, etc, etc…
Mas o que realmente importa é que discutimos… pusemos nossos cérebros pa’ pensar nalgo que não fosse física… não que física não seja algo que goste de pensar, porém pensar de mais sobre isso às vezes cansa xD.
Enfim, cá ’tou eu feliz e a expor minha felicidade. Resolvemos dissertar sobre conclusões que chegamos, se fizermo-lo de fato, peço autorização à Odaiana (com que discuti) e posto aqui, caso contrário, não… xD!
Suicídio quântico consiste em uma teoria criada a partir de um experimento mental no qual imagina-se um homem que se senta frontalmente a uma arma e a aponta para sua cabeça. A arma está ligada a uma máquina que mede o giro de partículas quânticas. Cada vez que se puxa o gatilho, o giro da partícula quântica, ou quark, é medido e assim, dependendo da medida a arma dispara ou não. Se a medida mostrar que a partícula quântica está girando em sentido horário, a arma dispara; Se em sentido anti-horário, a arma não dispara, logo o homem puxa o gatilho pela primeira vez e a arma não dispara; ele então puxa o gatilho novamente e novamente a arma não dispara. O homem continuará a puxar o gatilho com o mesmo resultado: a arma não vai disparar. Apesar de estar em pleno funcionamento, não importa quantas vezes ele for puxar o gatilho a arma não irá disparar e assim, ele vai continuar o processo eternamente, tornando-se “imortal”. Agora, voltemos um pouco no experimento: O homem puxa o gatilho pela primeira vez, e a medida mostra que o quark está girando no sentido horário e conseqüentemente a arma dispara e o homem morre, mas como vimos inicialmente o homem já puxou o gatilho a primeira vez e outras infinitas vezes depois disso, e já sabemos que a arma não disparou. Ele não tem consciência disso, mas está vivo e morto, e cada vez que ele puxa o gatilho, o universo se divide em dois e vai continuar a se dividir cada vez que o gatilho for puxado, criando múltiplas realidades.
Achado na Wikipédia
Muuuuuuuito estranho… Muito estranho mesmo isso…
[Leiam o post até o fim e atentamente antes de apedrejarem o computador ou tentarem fazê-lo comigo]
Uma mulher de 58 anos foi baleada durante assalto a um ônibus na tarde de sábado (11), em Salvador. Segundo a polícia, o projétil, que atingiu a vítima de raspão, foi amortecido por uma quantidade de dinheiro que ela carregava em seu sutiã. (…)
[Fonte: G1]
Ora, e ainda há quem diga que só males vêm do dinheiro! O noticiado logo a cima prova o contrário. A senhora foi justamente salva por ele. Somente um monte de papel impresso? Disseram ainda que não se podia comprar a vida com ele [1]. Pois é, hoje vê-se o contrário.
Muito durante o século passado se questionou sobre o dinheiro. Muitos movimentos atribuiam a ele culpa dos problemas da humanidade. Diziam que trazia ódio, vingança, corrupção e quase todos os outros sentimentos consideravelmente “maus” que uma pessoa pode alimentar.
Surgiram ondas de manifestações, alguns grupos que sonhavam com um mundo melhor com igualdade e comunhão, tentaram diversas vezes por abaixo o “sistema” baseado no dinheiro. Parecia que tudo de ruim que havia no mundo era por sua culpa. Alguns grupos, poucos, mais ainda assim alguns “triunfaram” e derrubaram esse tal ”sistema”.
Entretanto, percebe-se o quão importante é o dinheiro. O que seria daquela pobre senhora se não o tivesse? E se morássemos num lugar onde o menosprezássemos? Ainda, se não o usássemos? Com certeza aquela senhora estaria numa situação bem pior. Não há como negar: o dinheiro, em todos os aspectos está aqui somente para o nosso bem.
Todos devem agradecer pela sociedade em que vivemos hoje, agradecer pelo dinheiro como o conhecemos hoje existir, e até, porque não, ter por ele um carinho especial. Só desta forma poderemos ter um mundo melhor.
***
Desculpem meu texto acima, foi só uma “brincadeira”, um jeito bem sarcástico e irónico de tentar chamar a atenção, além de demonstrar que alguém pode escrever sobre algo que não acredita.
O texto não tem fundamento, os argumentos são fracos de mais etc, etc, etc. Só queria deixar exposto aqui, que se fosse uma Bíblia que aquela senhora estivesse carregando à altura do peito e tivesse feito a bala desviar, é quase certo que um texto bem parecido com o que fiz acima fosse ouvido ontem pela TV [nem digo principalmente em qual canal da TV aberta aconteceria isso] associando a Bíblia ao fato de a vida da senhora ter sido salva. Trocariam “dinheiro” por algumas outras palavras, alterariam algumas frases ou parágrafos, mas a Bíblia [e qualquer outra coisa que resolvessem associar a ela] teria sido a responsável [quase que conscientemente] por ter mantido viva a mulher.
E ainda têm a quase ousadia de dizer que vivemos num país laico…
Odaiana… eu… Mecânica Clássica… Internet… messenger… trabalho a entregar… internet… devaneios! Vejam:
Perdoem-nos pelos possíveis erros de português. Às vezes, na Internet, eles ocorrem…